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Nova variante

OMS pede vacinas e alerta que ômicron representa risco global

Máscara, distanciamento social, e evitar grandes aglomerações estão entre as medidas que os países devem seguir.

Por Patrícia Rabelo, 29/11/2021 09:32

A variante ômicron representa um risco global "muito alto" e poderá se espalhar pelos territórios de diferentes continentes de forma acelerada. O alerta foi feito nesta segunda-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS), num documento enviado aos governos, pedindo que maior atenção seja dada para impedir que uma nova fase da crise sanitária saia de controle.

A entidade fez ainda um apelo para que doses de vacinas sejam distribuídas aos países mais pobres e que a mutação é prova de que a pandemia apenas vai ser controlada quando ela for freada em todas as partes.

Entrevista coletiva da OMS em Genebra. Foto: Divulgação

De acordo com a entidade, em alguns locais, a mutação do vírus da covid-19 poderá ter "graves consequências". Na semana passada, o governo sul-africano alertou a agência sobre a identificação da nova mutação do vírus da covid-19. E, como consequência, governos em várias regiões do mundo passaram a colocar barreiras para diversos países africanos, gesto que foi criticado pela OMS.

Para agência, porém, o momento é de atenção. "A ômicron tem um número sem precedentes de mutações de picos, algumas das quais são preocupantes por seu potencial impacto na trajetória da pandemia", disse a OMS. "O risco global geral relacionado à à nova variante de preocupação da ômicron é avaliado como muito alto".

"As evidências preliminares sugerem que pode haver um risco maior de reinfecção com esta variante, em comparação com outras variantes de preocupação", diz a entidade.

"As evidências preliminares sugerem que pode haver um risco maior de reinfecção com esta variante, em comparação com outras variantes de preocupação", diz a entidade.

"Dependendo destas características, se outro grande surto de covid-19 ocorrer impulsionado pela ômicron, as consequências podem ser severas. Casos crescentes, independentemente de uma mudança na severidade, podem representar exigências esmagadoras para os sistemas de saúde e podem levar a um aumento da morbidade e mortalidade. O impacto nas populações vulneráveis seria substancial, particularmente em países com baixa cobertura vacinal", alerta a OMS aos governos.

Segundo a agência, algumas das mutações são "preocupantes e podem estar associados ao potencial de fuga imunológica e maior transmissibilidade". "Entretanto, ainda existem incertezas consideráveis", admite.

"Dadas as mutações que podem conferir potencial de fuga imunológica e possivelmente vantagem de transmissibilidade, a probabilidade de propagação potencial da ômicron em nível global é alta", alerta.

"Dependendo destas características, pode haver futuros surtos, que podem ter consequências severas, dependendo de uma série de fatores, inclusive onde os surtos podem ocorrer. O risco global geral relacionado à nova mutação é avaliado como muito alto".

Vacinação

Foto: Divulgação

Acelerar vacinação A agência admite que existe uma corrida entre cientistas para tentar entender os riscos gerados pela nova cepa, identificada no continente africano. Mas a OMS não faz qualquer recomendação para que haja uma suspensão de voos com a região.

A recomendação principal é para que países acelerem a vacinação de grupos de alta prioridade, além de reforçar sistemas de saúde.

Para a agência, governos devem "acelerar a cobertura vacinal o mais rápido possível, especialmente entre as populações designadas como de alta prioridade que permanecem não vacinadas ou ainda não estão totalmente vacinadas".

Tampouco existem por enquanto provas sobre o impacto da variante na capacidade de vacinas de proteger populações. Dados estão sendo esperados nas próximas semanas. Apesar de o risco existir de um impacto na proteção, a OMS insiste que a vacinação ofereceria algum tipo de segurança.

"São esperados casos Covid-19 e infecções em pessoas vacinadas, embora em uma proporção pequena e previsível", alertou o informe técnico da OMS.

(*) Com informações da Uol

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