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Política




Após reunião

Senado decide sobre instalação da CPI do MEC nesta terça-feira

Pacheco tem colocado na balança se a abertura da CPI pode ser uma ferramenta de perseguição a líderes evangélicos na política.

Por Larisse Cruz, 04/07/2022 14:14

Foto: Divulgação

A decisão sobre a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Ministério da Educação (MEC) deve ser decidida nesta terça-feira (05) após reunião com líderes partidários do Senado.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que levará o parecer da Advocacia do Senado e da consultoria da Casa para análise das lideranças e, com base na decisão tomada junto aos representantes de cada legenda, é que o requerimento poderá ser lido ou não em plenário. Caso a definição seja pela instalação, a leitura deverá ocorrer na nesta terça-feira.

Os senadores que propuseram a investigação apresentaram a Pacheco os requisitos legais para a formalização do colegiado, mas o presidente da casa tem colocado outros fatores na balança para definir seu posicionamento.

Um dos elementos é uma possível interpretação da CPI como ferramenta de perseguição à atuação de evangélicos na política. As denúncias no MEC têm pastores como principais suspeitos - tanto os líderes religiosos que teriam conduzido os esquemas de corrupção quanto o ex-ministro, Milton Ribeiro, que é pastor e chegou a ser preso. O senador Jean Paul Prates (PT-RN), um dos articuladores para a criação da CPI, contestou a abordagem e disse que a comissão será “pró-evangélicos”, por ter no combate à corrupção seu foco.

Pacheco e os opositores ao governo de Jair Bolsonaro (PL) precisam também superar um interesse reduzido dos senadores de centro na instalação da comissão. Diferentemente do que se viu com a CPI da Covid, que vigorou no ano passado, há um entusiasmo menor em torno da criação do colegiado em partidos como o PSD, que tem 11 cadeiras no Senado.

A CPI foi idealizada por senadores que fazem oposição ao presidente Jair Bolsonaro, como Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Prates. Os dois parlamentares protocolaram no Senado no último dia 28 o pedido formal de criação da CPI, que contou com a assinatura de 30 parlamentares - número que supera o mínimo necessário para a instalação de uma comissão de inquérito.

Foto da capa: Pedro França/ Agência Senado

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